“Cooperar exige, além da colaboração, que se trabalhe em conjunto, que o fruto das interacções resulte num trabalho colectivo, em que os envolvidos troquem idéias, negociem, compartilhem da mesma proposta e busquem por atingir os objectivos que sejam comuns a todos. As influências são recíprocas em qualquer interacção que ocorra, e a assistência flui naturalmente do participante mais preparado para o menos preparado..." SLOCZINSKI
A comemoração dos 25 anos da Aldeia, sábado passado, fica como marco de referência no já longo percurso feito por todos: a edição de um livro que imortaliza os 25 anos de um projecto colectivo que a todos enche de orgulho; foi um momento ímpar, inesquecível.
Depois de inaugurada uma exposição fotográfica da aldeã Ivone, também ela autora de belíssimas fotografias do livro, a sessão ‘oficial da apresentação’ fica documentada nos ‘takes’ abaixo. Todos ficaram maravilhados com o que puderam ver e levar consigo.
Sendo como é um conjunto de perspectivas individuais tornadas colectivas, e coligindo um sem número de documentos que fazem a história da Aldeia, a obra , trabalhada graficamente por Rui Barbosa - também ele com raízes na Aldeia- será sempre um excelente cartão de visita dos aldeões.
Os ‘parabéns ‘ culminaram cerca da meia-noite um momento mais a juntar ao ‘cronograma’ existente.
É já amanhã que a Aldeia celebra o seu 25º aniversário.
Nos 25 anos de um percurso colectivo que transformou sonho em realidade e prossegue, congregando forças e vontades, a Aldeia publica a 'sua' história em livro, trabalho fantástico fruto de sinergias exemplarmente conjugadas.
A sessão terá início às 21.30h e será mais um marco indelével na já longa história da nossa comunidade
Este ano o S. Martinho foi celebrado na Aldeia de uma forma diferente: como prato principal um porco(caseiro) no espeto, acompanhado com 'todos' e precedido de umas quantas e variadas iguarias. O Sr. Rodrigues não teve mãos a medir e o dito suíno estava uma maravilha, servido com anannaz no espeto, uma original raridade. Para além das castanhas, do vinho, agua-pé, geropiga e outras 'especialidades da casa, a centena de comensais presentes deliciou-se ainda com fados na voz da nossa convidada Sylvie e com a concertina do Vitor Reino que abrilhantou um longo serão de cantares de matriz portuguesa. Um 'quadro vivo de Malhôa'dava mais vida ao serão, que foi em cheio e do qual os documentos a seguir falam por si...
A 'Aldeia' ontem despertou mais cedo; após hora e meia de autocarro já todos estavam a postos para mais uma caminhada. Almourol e o seu ex-libris viu-nos partir por montes e vales, sempre com o Tejo à vista, e uma paisagem deslumbrante sobre a margem esquerda do rio; palmeámos os quase 9 km até outro ex-libris, uma obra emblemática da 'nova Barquinha', o Parque urbano galardoado em 2007 com um 1º prémio-paisagístico, e que a todos encantou e refrescou.
Depois...bem depois na pequena aldeia da Peralva(Tomar) o Perninha saciou-nos, mais uma vez, com o seu prato ímpar e único: bacalhau com batatas a murro, bem acompanhado e regado no 'antes' e no 'depois', como ontem já aqui se documentou.
É o título escolhido para as duas fotografias abaixo: uma das nossas espécies raras e protegidas(!), uma azinheira, morreu às mãos de alguém sem escrúpulos que em propriedade alheia, e dentro da Aldeia, a machado, a assassinou pela calada da noite.
Com o ritual habitual cumpriu-se a tradição da Aldeia: nadar, nadar, nadar ...(e mergulhar como se viu!) durante 12 horas e culminar com um 'jantarinho' grelhado e bem regado. O evento foi assinalado com a
oferta de 'uma touca' de piscina, aos participantes
Foram muitas horas a nadar, sem dar aso a paragens ou reabastecimentos. Vinham aí os baptismos de mergulho, com que terminava a 'festa na água' fase esta orientada superiormente pelo Paulo Franco; e tantos foram os baptizados, cerca de vinte que saborearam e bem as delícias de um 'mergulho'; viria a seguir o repasto habitual com grelhados e complementos...Documentados também no post seguinte.(para ver bem o 'slide' clicar na X, para os pets sairem)